BANDA PELO MENOS

sábado, 9 de junho de 2012

CAFUNÉ

 MINHA GATINHA DALILA, MINHA CACHORRINHA DOCINHO DEITADA NO URSINHO
 ESPANTALHO PARA ESPANTAR MAU OLHADO
 SANTUARIO ONDE DEIXO CAIXAS DE PROBLEMAS E SÃO RESOLVIDOS, GRAÇAS A DEUS
 100 ANOS DE LUIZ GONZAGA, HOMENAGEM DA EU PARA LANDO, OBRIGADO EUGÊNIA.
 NÃO PODE FALTAR CACHAÇA E DA BOA
 ESPANTALHO, AMENDOIM E CORDEL DO LANDO
TIO LANDO E MALU, LINDA.


Cafuné

Meus desencontros e tua falta de sensibilidade é o motivo da separação
de um amor que resiste em acabar, por que o amor é mais forte que o tempo.
Uso a poesia como arma para vencer o tempo.
Pois o amor não pede permissão, o amor cresce feito feto.
Minha emoção encontra adormecida, que para continuar acreditando na vida

eu preciso de vida e minha vida mora no teu coração.
O amor vem do céu, cai feito estrela cadente, mora lá onde deixaste o recado
que a ventania desmanchou e não deu tempo de ler, é por isso que aguardo até
hoje o seu sim e o teu cafuné.
Saudade de teu cafuné.
Minha vida é cheia de sonhos e esperança, sei que tudo só acontece no momento
certo e quero está preparado para quando chegar esse momento eu possa receber teu cafuné.
O vento apagou sua mensagem, mas não apaga o que sentimos juntos.

Escrito em 09 de junho de 2012, por Orlando Oliveira.
http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdeamor/3714824

            COMENTÁRIOS DOS POETAS DO RECANTO DAS LETRAS


10/06/2012 12:33 - Glorinha Gaivota
É assim mesmo, quando o amor se esquece de nós ficam as lembranças de um cafuné, um sorriso, um bilhetinho, um perfume no ar e em nós a eterna vontade de retornar...lindo poema...beijos GG

09/06/2012 20:42 - jcoelho
Parabéns amigo, Orlando, belo texto, um abraço e Deus te abençoe grandemente.

09/06/2012 19:50 - Nativa
Muito lindo e amoroso texto! Parabéns.

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