BANDA PELO MENOS

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011







Rosas Perfumadas!

Toda trova que se presa
Esquenta como um vulcão
Tanto queima e é perigoso
Como as bombas de São João

Todo poeta tem seus mistérios
Seus segredos, seus amores
Todo homem que amou um dia
Já presenteou com flores

Fui falar com meu Senhor
Coisas lá do meu sertão
Pedi chuva de mansinho
Prometi soltar balão

Fiz promessa pra São Pedro
E também pra São João
Sem porem me esquecer
Do meu Cosme e Damião.

De passo em passo sigo sozinho
Nessa estrada de meu Deus
Sigo sempre meu caminho
Em busca dos sonhos meus.

Quando quis eu ser poeta
Já morria de paixão
Frágil como uma pétala de rosa
Caído pelo chão

Nos jardins da minha vida
Plantei todo tipo de flor
Colhi rosas perfumadas
Que te dei com muito amor.

Escrito em 01 de maio de 2011, por Orlando Oliveira.
http://www.recantodasletras.com.br/cirandas/2961651

O Anjo Macaxeira!

O Anjo Macaxeira! 
CONTO ESCRITO POR ORLANDO OLIVEIRA
LANDO
MARINA
JORJÃO
JOSIAS
MAX
LANDO
BOLINHO
LANDO E EUGÊNIA
ANA RITA



O Anjo Macaxeira!

     Macaxeira era um jovem que viveu sua vida toda embriagado.
Seu semblante era de um anjo... Morreu de cirrose Hepática.
Suas histórias eram sempre engraçadas.
    Lembro-me de um dia e isso se repetia todos os dias de sua vida.
Perambulava pela cidade e a noite se chegava na portaria da Petrobrás, na cidade de Carmópolis, município de Sergipe.
Aparecia como do nada, sempre alterado, chamando os vigilantes de cornos.
    _"São tudo corno!" afirmava macaxeira, exigia uma quentinha de forma engraçada, pois nunca faltara a comida naquele horário. Todos já sabiam e guardavam sua alimentação.
     Macaxeira era um jovem de aproximadamente vinte cinco anos, sem família para orientá-lo muito menos para dar-lhe conselho.
Quem fazia esse aconchego eram os próprios vigilantes. "_Macaxeira deixa de beber, você vai acabar morrendo..." e assim foi o fim de Macaxeira, como foi...
     Toda noite, logo após comer bastante, descansava. Fazia sob a supervisão dos vigilantes de forma tranqüila. Tinha certeza que estava seguro ali, sabia que nada aconteceria, que ninguém se atreveria a lhe fazer mal, enquanto dormia.
    Macaxeira sempre acordava mal humorado, começava a soltar seus palavrões em todas as direções, não respeitando ninguém que adentrava a empresa. Sabendo  disso, um dos vigilante o chamou e fez um trato. "_ Quando você começar a falar palavrões eu grito daqui: _Macaxeira e o nosso trato? Aí você se lembra e para certo?"  Certo! responde Macaxeira. "_Senão, não tem mais quentinha no outro dia certo?"
O anjo concordou.
    É chegado o dia e com ele vem alguns vendedores de mingau, frutas e camarão, se instalam nas proximidades da portaria.
   Chegam os primeiros trabalhadores, um e outro tiram uma brincadeira com Macaxeira, já sabendo do seu gênio. A figura não perde a oportunidade e começa sua xingação: "_corno, cambada de corno, sua mãe, aquela puta..."  Nesse momento aparece o vigilante e grita: "Macaxeira e o nosso acordo? "_Que acordo? O que eu como sua irmã e você come a minha?"
    Todos nessa hora começam a rir o vigilante já todo descabriado fala: "_Mas macaxeira, minha irmã é freira. "_Aí eu como assim mesmo!" Foi uma algazarra, os funcionários caíram na risada e até hoje se revive esse episódio verídico.
     Quando qualquer um que brincava com Macaxeira chamando-o pra briga, ele nunca relutou, se armava de punhos para baixo e quando o oponente se aproximava, ele falava: "_Você não vai bater em um anjo, vai?" O cabra dava meia volta e saía rindo.
     Pra tomar sua cachaça ele pedia: Me dê um riacho aí, pra que Macaxeira? Par eu tomar um bico de ferro. Um riacho era um real e um bico de ferro era uma pinga, pedra 90.      Foi um fato verídico que aconteceu no cotidiano daquela cidade, daqueles funcionários. Macaxeira um verdadeiro anjo, tinha medo de sapo e de assombração e nunca fez mal a ninguém!
    O vigilante dessa história chama-se Jonaldo Feitosa. Sua irmã realmente é freira.
    O porquê do nome Macaxeira, ninguém sabe, mas toda cidade o conhecia assim. Ilustre maltrapilho, sem rumo, sem destino, desgarrado da sociedade como um bezerro sem dono. Porém mantinha-se uma inocência perene diante da sobrevivência. Um dia o anjo adormeceu para sempre, deixou na história, sua gota de oceano.
   
 Escrito em 09 de dezembro de 2011, por Orlando Oliveira.
http://www.recantodasletras.com.br/contossurreais/3379472





Querer você!

Hoje eu quero você!
Hoje eu falei com você
Logo hoje eu não tive você!
O importante é que você também queria!
Por isso existe o amanhã
Pretendo um dia ter o seu entendimento.
Para que esse momento
O amor se faça presente
O presente que nós merece
O presente compartilhado
O presente dividido
Um presente de Natal
Em forma de olhar
De pensar
De agir e amar.
Feliz Natal
Pois chegou o amanhã
E o amanhã se fez hoje
E hoje eu quero você!

Escrito em 09 de dezembro de 2011, por Orlando Oliveira.
http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdeamor/3388466




Colheita
Coração enraizado
Plantado em um jarro solitário
Aflora suas primeiras flores
Onde os frutos serão colhidos em breve.

Escrito em 25 de dezembro de 2011, por Orlando Oliveira.
http://www.recantodasletras.com.br/poetrix/3406424

O Artista





O Artista

Para o artista meus aplausos, meu respeito e admiração!
A arte e a sombra são parceiros do artista
Alimente-se de arte
Se complete com música
A arte é o sonho na plenitude da viagem
Deixe brilhar seus olhos ao apreciar uma pintura, uma escultura.
Viajar no tempo apreciando detalhes de um museu histórico, absorvendo o aprendizado na experiência de uma tarde, uma cidade histórica, sua história.
Seja o ator solitário, seja na dança de grupos, no teatro de rua a alma incrustada no peito de quem carrega alegria se faz presente trilhando uma estrada a disseminar alegria, conhecimento e solidariedade por onde passar.
A arte une nações, raças e ideologias.
A arte cura
Respire arte e a paz se faz presente
Na leitura da arte de um livro um dos personagens é você
Use sua imaginação se colocando em cada cenário.
Faça ri os seus amigos, irmãos de sangue e irmãos do divino, se apresente, represente, fale de amor, cante feito pássaro livre e a vida se faz doce e seus sonhos uma melodia, onde a tristeza não tem espaço e nem vez.
Dentro de cada coração tem um artista escondido, pronto a se colocar na arte da esperança e doação a compartilhar sorrisos, suor e o próprio coração.
Seja você um artista todos os dias e receba os aplausos como recompensa.

Escrito em 29 de dezembro de 2011, por Orlando Oliveira

http://www.recantodasletras.com.br/artigos/3413340

domingo, 11 de dezembro de 2011

BANDA PELO MENOS: Pelas Calçadas da vida MOMENTO DE POLIDEZ.

BANDA PELO MENOS: Pelas Calçadas da vida

MOMENTO DE POLIDEZ.
MOMENTOS DE DELICADEZA E INVESTIDAS
SUA COR FOGE, FOGE FEITO SUSTO TOMADO.
DE VER DENTRO DOS TEUS OLHOS SUAS POPILAS DELATADAS DE SUSTO TAMBÉM.
MAS SEU EU QUER MUITO O ENCONTRO.
QUE DESDOBRA A SE CONTER
AOS BEIJOS DEDICADOS
SÓ PRA ALIMENTAR A ALMA
QUE APÓS O BEIJO A SENSAÇÃO É DE LEVEZA, É A MESMA DE UMA
REVOADA DE ANDORINHAS
QUE ENTOA SEUS CANTOS DE ALEGRIA
QUE NÃO SE TOCAM DURANTE O VOO.
SUA PERFEIÇÃO É A MESMA QUE TEM UMA VELHA LOBA
SENDO LOBA AVISO EXISTE CAÇADOR E CAÇA
CAÇADOR ENCANTADO
ENCANTADO SEMPRE COM SUA CAÇA
COM SUA ARTE
COM SUA MAGIA
MAGIA DE PRENDER COM SIMPLICIDADE ATENÇÃO OU MELHOR, PRENDE A ATENÇÃO DE QAUL QUER UM QUE DE PÉ ESTEJA A SUA FRENTE.
ES EXCITANTE E INSTIGANTE DE FORMA MAGISTRAL.
CATIVANTE E DELICADA NAS ENTRES LINHAS QUE REGISTRAS
FALA BAIXINHO, MAS O MUNDO TE ESCULTA.
SEM ESFORÇO APARENTE, SEM INTENÇÃO OU COM TODAS.
PRENDE NO CORAÇÃO, PRENDE FEITA PAIXÃO QUE QUEIMA.
QUEIMA COMO LENHA SECA QUE SÓ PRESISA DE UMA BOA POESIA A SER DEVORADA
ENTRE LETRAS QUE SE JUNTAM UMA A UMA A FORMAR UM BELO POEMA, PARA QUE NO MÍNIMO SE CONSERVEM A SE ELOGIAREM.
 ESCRITO EM 06 DE MARÇO DE 2012, POR ORLANDO OLIVEIRA. 

BANDA PELO MENOS





Hoje me senti assim
Meu pensamento voou
O coração disparou
De rever momentos felizes
O meu amor é uma estrela no céu
O teu olhar é uma gota de mel
Teu sorriso é o café da manhã
Teu suor tem gosto de hortelã
Teus beijos sabor de pecado
Misturado à brisa do mar
Para mim isso é felicidade
Que sempre me levou a amar.
Escrito em 26 de março de 2012, por Orlando Oliveira.

Luma de Oliveira!

Manjar dos deuses!

Eu vou desnudar-te, usando do artifício da palavra
Dos argumentos a leveza da arte
Arte essa de por o verbo para sentir
Toda suavidade de sua pele.
Como faz um deficiente visual
Experimentarei teu perfume
Depois de te render aos meus caprichos
De homem que deseja de presente o seu sim.
Quero mergulhar bem no seu secreto
E misterioso mundo, do seu corpo, como um bote certeiro
De uma fera faminta
Homem que surpreende
Que dar prazer
Que inovar com as atitudes
Deixando sempre no ar o mistério, o charme e o galanteio.
Guardarei de uma vez toda minas mágoas e saciarei de beijos aquela mulher amada.
Fazendo parar o tempo até ficarmos sonolentos
Sem fôlego, coberto de muito suor.
Suor esse que escorre dos corpos nus
Passando do estresse a leveza e relaxamento Da face
Provocando silencio e sorrisos de quero mais.


Orlando oliveira em 12 de dezembro de 2010

http://www.recantodasletras.com.br/contos/2792561




Colo de Mãe!

Um rosto triste hoje eu vi!
Um coração ferido, uma lagrima caindo.
Triste eu fiquei por dentro
Querendo sair do peito o coração ameaçava
Segurei a lagrima e não a deixou cair!
Sorri para atrair sorriso, foi a minha arma
Enfrentando a dor calado
O tempo passou não mais que algumas horas
O perdão, o filho suplicou
O sorriso da mãe brotou feito rosa ao amanhecer
Foi então que o coração acalmou, batendo agora no seu real compasso
Mas uma batalha vencida na arte de educar mas não a guerra.
Meu soldado de frente é Deus, é dele que sempre suplico e a ele meus agradecimentos
Mais uma experiência vivida
Com ela mil ensinamentos
Para você mãe de mais uma queda recebida, desejo o teu sorriso
e que em teu rosto ele encontre morada.
Como teu filho que jamais passou fome e frio por que sempre esteve a teu colo, pois a teu colo sempre vais encontrar o amor de mãe.

Escrito em 01 de novembro de 2011, por4 Orlando Oliveira


Supressas de amor!

Era mais ou menos dezoito horas quando resolvi por em prática mais uma ideia, fui ao supermercado e comprei uma bela cesta de frutas, bebidas finas e presentes.

Passei no fim do turno para pegar minha namorada no trabalho, eu, cheio de romantismo e supresas. Tinha em mente levá-la a um lugar totalmente diferente. Já era mais ou menos vinte horas, a lua estava do nosso lado, linda, brilhante e apropriada para tal finalidade.

Entre as supresas havia um anel de ouro que pretendia presentear.
Foi providenciada, uma fita k7 com músicas românticas. Já no carro se ouvia as tais músicas e o destino seria uma montanha de uma cidadezinha do interior, pois lá do alto dava pra ver toda cidade com suas luzes acesas.

Havia algumas cabeças de gado nas proximidades que não seria problema. Um tapete seria forrado ao chão, as frutas e os petiscos juntamente com uma tábua de frios, duas taças de champanhe e muito amor pra dar.

Ao sair do trabalho e já dentro do carro, houve um mal entendido, entre eu e ela e o clima foi embora, passei em sua casa e a deixei.
Saí sem destino, com todo aparato romântico, um verdadeiro kit de romantismo.
O destino, é claro! Foi outro, mas o pensamento de realizar essa sonho romântico ainda existe.
Passou um tempo e consegui contar tudo que pretendia fazer naquele dia, ela se desculpou falando que tivera um dia  muito puxado e que estava muito cansada.
A supressa não aconteceu, o presente acabou sendo dado de outra forma, mas sempre com um toque de romantismo dessa vez dentro de uma taça de vinho. 
Deixe o romantismo aflorar e aproveite o momento, pois o mundo precisa de mais homens e mulheres românticos, para que a paz se faça presente.
Certo dia fomos a tal lugar e realmente fora um momento mágico mas sem tanto aparato ou kit de amor, mas o amor se fez presente.

Escrito por Orlando Oliveira em 10 de novembro de 2011
http://www.recantodasletras.com.br/contos/3328557


A PAIXÃO!

  A Paixão!
A paixão é uma aventura com precipício e escorregadeira.
Mas o gostoso mesmo é por a bunda na lama em cima de uma montanha  para descê-la, pois lá embaixo tem um rio e lava tudo pra depois começar novamente e quando tá descendo o coração acelera como no momento do beijo e é por isso que digo!      
É muito bom se apaixonar e mesmo ficando com a bunda toda ralada, ser correspondido então é maravilhoso!


Escrito em 11/11/11, por Orlando Oliveira
http://www.recantodasletras.com.br/poetrix/3330689


15/04/2012 09:43 - Oliveira Rosa
Realmente quem ama sempre espera....maravilho texto poeta....Gostaria de te convidar a participar da Ciranda do beijo na minha pagina....um abraço
14/04/2012 23:25 - Fábio Brandão
Uma mensagem repleta de sabedoria,um abraço e felicidades...
14/04/2012 09:38 - Facuri
Estimado poeta e amigo- sempre uma alegria passar por aqui!...Sente-se em tua escrita uma fonte de sinceridade imensurável! Estejas bem e com paz!...Realmente, cultivar bem uma paixão é colher um grande e eterno amor!abçs fraternos!
14/04/2012 02:49 - Betinamarcondes
Quem ama espera a tempestade passar adorei isso bjus .
11/04/2012 22:14 - Almirinha
o amor é paciente, sabe o momento de tudo acontecer...
10/04/2012 14:50 - Djalma CMF
Um desenrolar poético maravilhoso, me identifiquei com duas frases, parabéns poeta, um forte abraço.
10/04/2012 00:26 - LEAL PORTILHO
E que após cada tempestade sua inspiração fique ainda mais bonita, Orlando! Abraços e obrigado pelo comentário lá!
10/04/2012 00:00 - inalda lima
hei! bom te ler de novo. Abraço!





Outros palcos!

É pra já
Prontamente a minha ansiedade seria resolvida
Pois a saudade já assola e a distância dos olhos que os vêem sem que te toque com as mãos corroem os meus.

No meu pensar ressoa através de suas pupilas da ires da cor dos seus olhos, o brilho, o pulsar do seu coração de mais um não, ou melhor, não deu.
Em meio o rosto que vira, pois já não tens mais coragem de encarar um ao outro.
Só resta o baile mestiçado de arte, teatro e poesia
Pois a festa continua ali! No meio da rua
Do elenco que reina habitante de mim recompondo pela presença da platéia. Os aplausos e os risos, o conformismo de que em breve a apresentação será em outros palcos, pois o desafio da vida é encontrar a verdadeira felicidade, sua independência mental e liberdade.
A próxima apresentação exige outro palco.


Escrito em 16 de novembro de 2011, por Orlando Oliveira.
http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdeamor/3338486