BANDA PELO MENOS

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sempre Mãe!

Sempre Mãe!




Sempre Mãe!


Quem é especial todos os dias?
Quem ama de verdade seus filhos?
Quem deixa de comer pra alimentar seus filhos?
De quem encontramos sorriso sincero e paz?
Quem amamentou, cuidou e educou com amor os filhos?
Quem sofre com os desvios dos filhos?
Quem é que não dorme enquanto o filho não volta pra casa?
Quem vocês nuca gostaria que se fosse pra sempre da terra?
De quem você vai sempre lembrar as comidinhas gostosas feitas especialmente para você?
Quem chora calada para não demonstrar sofrimento ou dificuldades?
Quem ama em troca de nada?
Quem dedica sua vida a ensinar o certo do errado?
A quem você recorre nas horas de suas aflições e estar sempre a te escutar?
Quem você escolheria para presentear com a vida eterna com saúde e alegria?
Pensando nessas perguntas eu vejo quanto te amo minha Mãe, que Deus te cubra de benção, paz, saúde, muito amor pra dar e muitos anos de vida.
Uma simples homenagem que faço a todas as mães e a minha mãe em especial Dona Dilza.

Te amo! Te amo! Te Amo. Mãe!!!   Sempre Mãe
Escrito em 11 de maio de 2011, por Orlando Oliveira
http://www.recantodasletras.com.br/homenagens/2963786

Comentários
11/05/2011 22:39 - Miguel Jacó
Boa noite Orlando, suas palavras narram todas as qualidades que abarcam a aura de uma verdadeira mãe, parabens pela exuberante homenagem que prestas a sua mãe, e a todas as mães do mundo, MJ.

Um comentário:

orlando disse...

Rosas Perfumadas!

Toda trova que se presa
Esquenta como um vulcão
Tanto queima e é perigoso
Como as bombas de São João

Todo poeta tem seus mistérios
Seus segredos, seus amores
Todo homem que amou um dia
Já presenteou com flores

Fui falar com meu Senhor
Coisas lá do meu sertão
Pedi chuva de mansinho
Prometi soltar balão

Fiz promessa pra São Pedro
E também pra São João
Sem porem me esquecer
Do meu Cosme e Damião.

De passo em passo sigo sozinho
Nessa estrada de meu Deus
Sigo sempre meu caminho
Em busca dos sonhos meus.

Quando quis eu ser poeta
Já morria de paixão
Frágil como uma pétala de rosa
Caído pelo chão

Nos jardins da minha vida
Plantei todo tipo de flor
Colhi rosas perfumadas
Que te dei com muito amor.

Escrito em 01 de maio de 2011, por Orlando Oliveira.

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