BANDA PELO MENOS

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

DO QUE SE ALIMENTA O POETA?

INFARTO DA POESIA


Atento aos sentidos

Atormentado vagou
Teu coração o condena
A morte anunciada.


Confiante no amanhã

Flor da vida, amor vivo
Escuta do alem uma voz
Que rezava para ti


Vendo sangrando em vão...

Levando suas mãos ao peito
Que se contorce de dor
Aclamando a clemência divina.


Com o olhar de compaixão

Pedindo socorro em vão.
Eu, um Mané das letras, que na vida 
atropelou a prudência...
Tava no sangue!


Pois da poesia gostaria o alento

O talento de um momento
A inspiração divina para uma canção
Ou apenas um gole de poesia, 
para aliviar a aflição.


Foi apenas um sonho de campeão.

O boêmio solitário.
Que nunca esperou flores
Sempre cultivou seu próprio jardim.


Escrito em 16 de dezembro de 2012, por Orlando Oliveira.



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SÓ!!!!

16/12/2012 10:37 - Renata Rodrigues
É só se entregar a inspiração e deixar a poesia nascer abortada.Parabéns pela linda poesia.Abraços.



17/12/2012 06:49 - zemary
Mais um texto riquíssimo. Seu poema me dixou emocionada. Forte este verso:"um gole de poesia para aliviar a aflição" Então vamos beber...


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